Candidato do PS defende novas ideias para dar fôlego a Sines

“Novas ideias” para ganhar um “novo fôlego” e “revigorar” Sines são linhas estratégicas do programa do candidato socialista a este concelho do litoral alentejano. Para Nuno Mascarenhas, a gestão do município precisa de um “virar de página”, uma mudança que obriga a uma “liderança diferente, com mais energia mas também com mais vigor”.

Nuno Mascarenhas, que apresentou a sua candidatura publicamente no passado dia 25 de Maio, lançou ainda um desafio aos outros partidos para que a campanha autárquica decorra com “elevação e debate” e coloque Sines “sempre em primeiro lugar”. Para isso, defende a discussão de “projectos que melhorem as condições de vida dos sineenses”.

O candidato socialista é natural de Sines, tem 45 anos, é casado e pai de dois filhos. Licenciado em Economia, exerce funções na Administração do Porto de Sines. No poder local é vereador da Câmara de Sines, cargo que já desempenhou nos mandatos 1998-2001 e 2005-2009.

Entretanto a CDU já deixou transpirar que o seu candidato para conquistar a câmara ao movimento independente SIM (Sines Interessa Mais) é Hélder Guerreiro. A candidatura será apresentada publicamente no dia 2 de junho, altura em que serão revelados outros nomes para os órgãos autárquicos do concelho de Sines.

O candidato comunista, que é deputado municipal desde 2005, tem 37 anos, é licenciado em Engenharia Química, tem uma pós-graduação em Engenharia da Refinação e Petroquímica e trabalha na refinaria de Sines da Galp Energia desde 2002, onde é coordenador da Comissão Central de Trabalhadores.

Já conhecida é também a candidatura do movimento independente por Sines. Marisa Santos, vice-presidente da câmara, vai ter a difícil tarefa de tentar substituir uma figura marcante da esquerda em Sines. Manuel Coelho, que agora concorre à presidência da Assembleia Municipal, foi eleito presidente da câmara para três mandatos pela CDU e, após desentendimentos internos, decidiu fundar o movimento SIM e voltou a conquistar a confiança dos eleitores que elegeram um executivo liderado por quatro eleitos do SIM, dois do PS e um da CDU.