Mazda cinco estrelas

A Mazda prepara-se para uma participação de peso na 88.ª edição do Salão Automóvel de Genebra, certame que terá lugar no início do próximo mês. Em destaque, vão estar o novo Mazda6 Wagon, em estreia mundial, e o novo Mazda6 Sedan,  uma estreia europeia, bem como os dois protótipos  Mazda Vision Coupe e Mazda Kai Concept, aliado ao revolucionário motor a gasolina de nova geração Skyactiv-x.
A mais recente geração do Mazda6 é a mais abrangente de sempre, segundo os responsáveis da marca, apresentando um visual exterior mais amadurecido, elegante e requintado, assim como uma ampla renovação interior, incluindo bancos totalmente novos, conjuntos propulsores Skyactiv de maior performance, dinâmica de condução melhorada, aerodinâmica mais eficaz, baixos níveis de NVH (Ruído, Vibrações e Aspereza) e uma ampla gama de sistemas de segurança i-Activsense.
Por seu turno, o Vision Coupe, recém-coroado como o ‘Mais Belo Protótipo do Ano’, adopta as formas básicas de um elegante coupé de quatro portas e renuncia a alguns conceitos anteriormente explorados pelo design Kodo, optando por formas mais simples que dispensam todos os elementos não essenciais.
Assente na designação ‘Kai’, que significa ‘pioneiro’, o Kai Concept é um modelo de cinco portas que antecipa o futuro da marca Mazda, exibindo as tecnologias revolucionárias e a mais recente evolução do design Kodo. 
Em linha com a nova geração Skyactiv-Vehicle Architecture, que amplia as capacidades naturais do corpo humano para criar a máxima ligação entre condutor e automóvel, este protótipo adopta o revolucionário grupo propulsor Skyactiv-x.
Exclusivo da Mazda, este motor é um propulsor revolucionário que introduz um inovador método de combustão designado Ignição por Compressão Controlada por Faísca, que está prestes a tornar-se no primeiro motor a gasolina com ignição por compressão a estar disponível comercialmente a nível mundial.
Esta motorização combina as vantagens de um modelo a gasolina com ignição por faísca (expansividade a elevados regimes e emissões mais limpas) com as de um diesel com ignição por compressão (melhor resposta a baixos regimes e menores consumos), para dar corpo a um motor de transição que proporciona o melhor de dois mundos.