Lego cativa miúdos e graúdos

Em trabalho de equipa, dois robôs de Lego “esforçam-se” por fazer o cubo mágico. Missão cumprida em cerca de minuto e meio, tempo suficiente para os miúdos que observam soltarem muitas exclamações de espanto. “Geralmente, os primeiros 25 segundos são só para detectar as cores e calcular a solução, depois bastam 60 a 70 segundos para completarem o cubo, fazendo cerca de 22 movimentos”, explica Fernando Correia, presidente da PLUG (Associação Portuguesa de Utilizadores de Lego), que promoveu, entre sábado e terça-feira de Carnaval, no pavilhão do Clube Recreativo Leões de Porto Salvo (entidade co-organizadora), mais um (re)encontro de fãs com a famosa marca dinamarquesa.
Milhares de pessoas aceitaram o repto e foram conhecer as propostas mais modernas e os clássicos de sempre desta arte de encaixar peças. A criação de maiores dimensões foi o Mosaico dos Afectos, um painel com quase 100 mil peças que foi sendo construído ao longo dos quatro dias pelos próprios visitantes, revelando a face do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e a bandeira nacional. “Sem qualquer conotação política, obviamente”, como salientou ao JR o presidente da PLUG, explicando que o sucessor de Cristiano Ronaldo (que inspirou o painel da edição anterior, em 2016), “é uma figura pública que se tornou extremamente consensual e afectuosa, toda a gente brinca um bocadinho com os seus comportamentos e com a sua imagem”.
De qualquer forma, o CR7 voltou a estar presente na edição de 2018 da Oeiras BRInCKa, embora desta feita em miniatura, através de dois bonecos com equipamentos diferentes em frente a uma galeria de troféus conquistados, colocados ao lado de outras peças, com traços de caricaturas, evocando famosos de todos os tempos, desde Adão e Eva a Einstein, passando pelo Brikula (versão Lego do Drácula) ou até mesmo o Pai Natal…
Um dos locais mais animados foi o espaço ocupado pelas figuras Mindstorms, a componente robótica e de tecnologia avançada da Lego, que resultou de um protocolo entre a marca nórdica e o famoso centro universitário norte-americano MIT, cujos primeiros frutos surgiram ainda na década de 90, mas que vêm sendo actualizados.
No Pavilhão dos Leões de Porto Salvo estiveram, para além dos já referidos robôs entendidos em cubos mágicos, um robô em figura de dragão capaz de jogar com o público ao tradicional jogo do “pedra, papel ou tesoura”, outro que comandava uma impressora 3D e, ainda, um habilitado a reproduzir desenhos a partir de uma fotografia. Tudo (ou quase tudo) em Lego, mas envolvendo, claro, alguma sofisticação tecnológica. Uma brincadeira que pode chegar aos 400 euros, que é quanto custa um dos kits para construir estas peculiares máquinas, sendo possível, depois, avançar para construções mais personalizadas, através de pesquisa na Internet e aproveitando até outras peças disponíveis, como explicou ainda Fernando Correia. De tal forma que “a Lego agora está a tentar levar a tecnologia a outras gamas mais normais, por assim dizer, e, por exemplo, os comboios da marca que vão ser lançados este ano já vão usar ligações Bluetooth, computadores…”.Em trabalho de equipa, dois robôs de Lego “esforçam-se” por fazer o cubo mágico. Missão cumprida em cerca de minuto e meio, tempo suficiente para os miúdos que observam soltarem muitas exclamações de espanto. “Geralmente, os primeiros 25 segundos são só para detectar as cores e calcular a solução, depois bastam 60 a 70 segundos para completarem o cubo, fazendo cerca de 22 movimentos”, explica Fernando Correia, presidente da PLUG (Associação Portuguesa de Utilizadores de Lego), que promoveu, entre sábado e terça-feira de Carnaval, no pavilhão do Clube Recreativo Leões de Porto Salvo (entidade co-organizadora), mais um (re)encontro de fãs com a famosa marca dinamarquesa.
Milhares de pessoas aceitaram o repto e foram conhecer as propostas mais modernas e os clássicos de sempre desta arte de encaixar peças. A criação de maiores dimensões foi o Mosaico dos Afectos, um painel com quase 100 mil peças que foi sendo construído ao longo dos quatro dias pelos próprios visitantes, revelando a face do Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, e a bandeira nacional. “Sem qualquer conotação política, obviamente”, como salientou ao JR o presidente da PLUG, explicando que o sucessor de Cristiano Ronaldo (que inspirou o painel da edição anterior, em 2016), “é uma figura pública que se tornou extremamente consensual e afectuosa, toda a gente brinca um bocadinho com os seus comportamentos e com a sua imagem”.
De qualquer forma, o CR7 voltou a estar presente na edição de 2018 da Oeiras BRInCKa, embora desta feita em miniatura, através de dois bonecos com equipamentos diferentes em frente a uma galeria de troféus conquistados, colocados ao lado de outras peças, com traços de caricaturas, evocando famosos de todos os tempos, desde Adão e Eva a Einstein, passando pelo Brikula (versão Lego do Drácula) ou até mesmo o Pai Natal…
Um dos locais mais animados foi o espaço ocupado pelas figuras Mindstorms, a componente robótica e de tecnologia avançada da Lego, que resultou de um protocolo entre a marca nórdica e o famoso centro universitário norte-americano MIT, cujos primeiros frutos surgiram ainda na década de 90, mas que vêm sendo actualizados.
No Pavilhão dos Leões de Porto Salvo estiveram, para além dos já referidos robôs entendidos em cubos mágicos, um robô em figura de dragão capaz de jogar com o público ao tradicional jogo do “pedra, papel ou tesoura”, outro que comandava uma impressora 3D e, ainda, um habilitado a reproduzir desenhos a partir de uma fotografia. Tudo (ou quase tudo) em Lego, mas envolvendo, claro, alguma sofisticação tecnológica. Uma brincadeira que pode chegar aos 400 euros, que é quanto custa um dos kits para construir estas peculiares máquinas, sendo possível, depois, avançar para construções mais personalizadas, através de pesquisa na Internet e aproveitando até outras peças disponíveis, como explicou ainda Fernando Correia. De tal forma que “a Lego agora está a tentar levar a tecnologia a outras gamas mais normais, por assim dizer, e, por exemplo, os comboios da marca que vão ser lançados este ano já vão usar ligações Bluetooth, computadores…”.