Novo Citroën C1: Talhado para a cidade

Novo Citroën C1: Talhado para a cidade
Sucesso de vendas em Portugal, com mais de 14.500 unidades comercializadas desde 2005, o Citroën C1 apresenta-se agora totalmente renovado. 
Tal como os seus “irmãos” Peugeot 108 e Toyota Aygo, com quem partilha plataforma, motores e alguns equipamentos, o mais pequeno modelo da marca do “double chevron” distingue-se da geração anterior. Sobretudo, ao nível da estética, com destaque para o novo desenho dianteiro, que lhe confere um ar mais moderno e dinâmico, mas também pela integração de novos conteúdos tecnológicos. 
Neste campo sobressai o chamado “Mirror Screen”, sistema que permite conectividade e acesso a todas as funcionalidades de um “smartphone” através de um ecrã de 7'', onde também é possível controlar outras funções do carro como o rádio ou o computador de bordo. O novo CITROËN C1 significa, também, uma condução descontraída. Para facilitar manobras como as de estacionamento em espaços apertados, ele dispõe de uma câmara traseira, cujas imagens são visualizadas no ecrã táctil de 7 polegadas.
O sistema de arranque em inclinação «Hill Assist», proposto de série, é outra tecnologia muito útil em cidade, por exemplo, nos parques de estacionamento subterrâneos. Essa função mantém o veículo automaticamente travado durante 2 segundos, permitindo, assim um arranque sereno em zonas de inclinação superiores a 3%.
 
Regressando à estética, em linha com a concorrência, o novo Citroën C1 apresenta um leque de opções de personalização, tanto nas cores exteriores como em diversas peças decorativas no habitáculo.
Em Portugal, o C1 está disponível em versões de três e cinco portas, com três níveis de equipamento – Live, Feel e Shine – e ainda uma variante equipada com tejadilho de lona deslizante e de abertura eléctrica, denominada Airscape. 
 
Quanto a motores, as opções passam apenas pelo 1.0 VTi, de 68 cv e pelo 1.2 Pure Tech VTi de 82 cv. Para o primeiro são anunciados consumos médios na casa dos 3,8 l/100 km e emissões de CO2 de apenas 88g/km, enquanto a versão mais potente e, quanto a nós, mais ajustada a quem não faz apenas cidade, tem consumos médios de 4,3 l/100 km e emissões de 99g/km.
Os preços variam entre os €10.500 e os €13.570, sendo que a versão Airscape custa apenas mais 1200 euros.
Diga-se ainda que, como oferta de lançamento, a Citroën propõe uma edição especial limitada – Airscape Feel Edition – que inclui um nível superior de equipamento por €13.120 (1.0 Vti) e €13.570 euros (1.2 Vti).
 
Paulo Parracho
 
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