Renault Grand Scénic 1.6 dCi: Sete lugares em classe executiva

Cinco lugares individuais confortáveis e mais dois numa terceira fila com habitabilidade a nível bastante aceitável fazem do Renault Grand Scénic excelente alternativa para famílias numerosas ou para quem gosta de viajar em grupo.
Alvo de alguns retoques estéticos na dianteira e com um novo motor 1.6 dCi de 130 cv, este monovolume oferece requinte e qualidade a bordo, com novos estofos, melhores materiais e completo nível de equipamento capaz de rivalizar com segmentos superiores.
A versão testada pelo JR incluía sistema de som ‘Bose Edition’ e navegação ‘Carminat by TomTom’, mas também outros itens capazes de facilitar a condução e de reforçar a segurança a bordo. Destaque para o sistema de ajuda ao arranque em declive e para o ‘Visio System’, que emite um sinal sonoro sempre que nos desviamos inadvertidamente da faixa de rodagem e controla automaticamente os faróis (direccionais bi-xénon) entre médios e máximos.
Mas, se a bordo há todas as condições para uma viagem em autêntica classe executiva, o desempenho do motor Energy dCi 130 é garante de elevado prazer de condução, recuperações rápidas mesmo a baixos regimes e, sobretudo, de baixos consumos.
Com este bloco, o novo Grand Scénic é capaz de atingir uma velocidade máxima de 195 km/h e fazer dos zero aos 100 km/h em apenas 11,1 segundos. Notável nesta categoria e segmento de potência. Quanto a consumos, a marca anuncia 4,4 l/100 km em ciclo misto e emissões de CO2 de apenas 114 g/km. No nosso teste rodámos sem preocupações entre os 6,8 e os 7,2 l/100 km, o que é francamente bom. Diga-se que, em cidade, o ‘Stop & Start’, EGR de baixa pressão, ajuda a reduzir a factura mensal de gasóleo.
Em opção, o Grand Scénic também está disponível com o já conhecido motor 1.5 dCi, de 110 cv, agora dotado de novo pacote tecnológico que permite reduções de consumos na ordem dos 16% e um nível recorde de emissões de CO2 limitado às 105 g/km. Aqui, a marca anuncia consumos de 4,1 l/100 km, mas não conseguimos baixar dos 6,5. Positivo, mesmo assim, tendo em conta o excelente desempenho desta motorização, com o binário máximo, incrementado em 20 Nm, a chegar aos 260 Nm às 1750 rpm.
Entre as duas opções, com o mesmo nível de equipamento (Bose Edition), há uma diferença de 2000 euros: 31 950 euros para o 1.5 dCi; 33 950 euros para o 1.6 dCi. Cá por mim, apostava no mais potente.

Renault Grand Scénic

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