Sala dos Embaixadores alvo de restauro

A Parques de Sintra-Monte da Lua (PS-ML) está a efectuar obras de conservação e restauro na Sala dos Embaixadores do Palácio de Queluz, uma intervenção de 180 mil euros, que deverá estar concluída no próximo Verão. O espaço em causa ganhou esta denominação entre 1794 e 1807, quando era utilizada pelo Príncipe Regente para o seu beija-mão e audiências ao corpo diplomático e ministros estrangeiros.
Segundo a empresa que gere os principais monumentos de Sintra, a intervenção contempla o tratamento de diversos elementos no interior: madeiras estruturais, madeiras pintadas, superfícies cobertas com telas pintadas lisas e figurativas, relevos dourados, espelhos e vidros, para além de pavimentos em pedra e em madeira, assim como um conjunto de luminárias constituídos por vários lustres.
No âmbito desta intervenção, serão recuperadas ainda as coberturas e efectuada a renovação de algumas  infra-estruturas, nomeadamente a modernização das redes de energia, telecomunicações, iluminação e detecção de incêndios, aliado à expansão do sistema de videovigilância.
A intervenção, “tendo em mente a preservação deste conjunto patrimonial de elevado valor”, será concretizada com respeito “por padrões de elevado rigor científico e técnico e aplicação rigorosa das boas práticas, reconhecidas nacional e internacionalmente, no campo da conservação e restauro”.
Para o efeito, a empresa de capitais públicos recorreu ao Laboratório José de Figueiredo, da Direcção-Geral do Património Cultural. 
A sala mantém-se ‘aberta para obras’, a habitual política seguida pela empresa, tendo sido criado “um túnel de circulação com janelas revestidas a acrílico que permitirá aos visitantes acompanharem a acção de conservação e restauro em curso”.
Inicialmente designada por Barraca Rica, Sala das Colunas, das Serenatas, dos Serenins e Galeria, esta dependência passou, em 1794, a ser conhecida como Sala dos Embaixadores. A partir desta data, a família real fixou residência em Queluz, até 1807, ano da partida para o Brasil, e a sala foi utilizada pelo Príncipe Regente para o seu beija-mão e audiências do corpo diplomático e ministros estrangeiros.
A sua construção iniciou-se em 1754, sob a direcção do arquitecto Jean-Baptiste Robillion, com o tecto e a sanca  a ostentarem motivos alegóricos e de ‘chinoiserie’. “A pintura do painel central, de grande efeito cenográfico, representa a família real participando num serenim (concerto)”, revela a empresa, sendo uma réplica da tela original do pintor italiano Giovanni Berardi, que se perdeu no incêndio de 1934 que afectou esta zona do palácio.
Segundo a empresa que gere os principais monumentos de Sintra, a intervenção contempla o tratamento de diversos elementos no interior: madeiras estruturais, madeiras pintadas, superfícies cobertas com telas pintadas lisas e figurativas, relevos dourados, espelhos e vidros, para além de pavimentos em pedra e em madeira, assim como um conjunto de luminárias constituídos por vários lustres.
No âmbito desta intervenção, serão recuperadas ainda as coberturas e efectuada a renovação de algumas  infra-estruturas, nomeadamente a modernização das redes de energia, telecomunicações, iluminação e detecção de incêndios, aliado à expansão do sistema de videovigilância.
A intervenção, “tendo em mente a preservação deste conjunto patrimonial de elevado valor”, será concretizada com respeito “por padrões de elevado rigor científico e técnico e aplicação rigorosa das boas práticas, reconhecidas nacional e internacionalmente, no campo da conservação e restauro”.
Para o efeito, a empresa de capitais públicos recorreu ao Laboratório José de Figueiredo, da Direcção-Geral do Património Cultural. 
A sala mantém-se ‘aberta para obras’, a habitual política seguida pela empresa, tendo sido criado “um túnel de circulação com janelas revestidas a acrílico que permitirá aos visitantes acompanharem a acção de conservação e restauro em curso”.
Inicialmente designada por Barraca Rica, Sala das Colunas, das Serenatas, dos Serenins e Galeria, esta dependência passou, em 1794, a ser conhecida como Sala dos Embaixadores. A partir desta data, a família real fixou residência em Queluz, até 1807, ano da partida para o Brasil, e a sala foi utilizada pelo Príncipe Regente para o seu beija-mão e audiências do corpo diplomático e ministros estrangeiros.
A sua construção iniciou-se em 1754, sob a direcção do arquitecto Jean-Baptiste Robillion, com o tecto e a sanca  a ostentarem motivos alegóricos e de ‘chinoiserie’. “A pintura do painel central, de grande efeito cenográfico, representa a família real participando num serenim (concerto)”, revela a empresa, sendo uma réplica da tela original do pintor italiano Giovanni Berardi, que se perdeu no incêndio de 1934 que afectou esta zona do palácio.