SPEA espera que novas zonas de proteção para aves marinhas seja primeiro passo para mais proteção

A sociedade para o estudo das aves transmitiu hoje a expectativa que a criação das Zonas de Proteção Especial do Cabo Raso e de Aveiro/Nazaré seja o primeiro passo para conseguir maior proteção do oceano e dos pássaros marinhos.
 
O Conselho de Ministros anunciou a 27 de setembro a definição das novas Zonas de Proteção Especial (ZPE) do Cabo Raso, em Cascais (Lisboa), e de Aveiro /Nazaré, assim como a alteração dos limites das zonas existentes do Cabo Espichel, em Sesimbra (Setúbal), e da Costa Sudoeste, em Faro.
 
"A expectativa é que esta decisão seja o primeiro passo para uma maior proteção do oceano e das aves marinhas", salienta um comunicado da Sociedade Portuguesa para o Estudo das Aves (SPEA) hoje divulgado.
 
As novas classificações "irão complementar a atual rede de ZPE no meio marinho, que incluem a Ria de Aveiro, as Ilhas Berlengas, o Cabo Espichel e a Costa Sudoeste, oferecendo proteção às zonas de alimentação e repouso usadas pela população de pardela-balear, uma ave marinha criticamente em perigo a nível global, assim como de outras espécies de aves marinhas", salienta a SPEA.