Obras de reabilitação do Mercado de Queluz em fase de conclusão

O presidente da Câmara Municipal de Sintra, Basílio Horta, visitou esta quinta-feira, as obras de requalificação do Mercado de Queluz, que já está na fase de colocação de bancadas, instalações elétricas e pinturas.

“Este projeto vai trazer uma nova vida ao Mercado de Queluz, proporcionando melhores condições para comerciantes e clientes”, mencionou Basílio Horta no local.

Esta empreitada, com um investimento de 550 mil euros da autarquia, visou a reabilitação da nave inferior do Mercado de Queluz, numa área de 1200 m2, é constituído por duas grandes áreas:

O piso em remodelação é constituído por duas grandes áreas:

•          Nave dedicada a descargas, armazenamento de secos e refrigerados, serviços de apoio aos funcionários e vendedores (casas de banho, balneários e vestiários, copa) e áreas técnicas;

•          Área destinada a vendas composta por:

2 Lojas com acesso pelo exterior, incluindo montra exterior e pelo interior do mercado;

4 Lojas com acesso simples pelo exterior, sem montra, e com acesso e montra pelo interior do mercado;

6 Espaços de “meia loja” constituídos por pequenos nichos dentro do mercado;

8 Bancadas de venda com apoio de água (destinadas a peixarias) e 8 bancadas de venda sem apoio de água (destinadas a hortícolas e flores).

Dada a degradação do edifício, devido à sua idade, utilização intensa e desatualização das condições técnicas de venda, a intervenção obrigou a uma reabilitação profunda da rede elétrica, telecomunicações, estabilidade, saneamento, águas, segurança contra incêndios e intrusão, paisagismo e a nível da arquitetura.

A intervenção contemplou também trabalhos ao nível dos revestimentos interiores e pavimentos, das bancadas (nas quais se prevê a instalação de sistema de pulverização de hortícolas e peixe), paredes e tetos bem como eliminação das barreiras arquitetónicas exteriores.

Fonte: Câmara Municipal de Sintra

Os serões musicais voltam ao Palácio Nacional da Pena, de 2 a 30 de Março. Os cinco programas agendados traduzem-se em oito concertos, ao longo de cinco fins-de-semana. O Salão Nobre será o cenário para se revisitar as vivências musicais oitocentistas, trazendo à memória os serões promovidos por D. Fernando II, o ‘rei-artista’, e sua segunda mulher, a Condessa d’Edla.
A quarta edição do evento abre com o Trio Pangea, ensemble que junta um pianista e violinista franceses (pai e filho) ao violoncelo de Teresa Valente Pereira. 
Seguem-se três programas que incluem o canto e a presença do pianista João Paulo Santos, que apresentam paragens diferentes: Brasil, França e Espanha. Duas destas propostas são partilhadas com a musicóloga Luísa Cymbron. Para terminar, a meio-soprano escocesa Karen Cargill, presença regular nos mais importantes teatros de ópera mundiais, apresenta-se nesta ocasião em Portugal com um recital, em que, acompanhada do pianista Simon Lepper, aborda a ‘mélodie’ francesa e as ‘Canções de Wesendonck’, de Richard Wagner.
O primeiro serão (2 e 3 de Março) assume-se como uma homenagem a José Vianna da Motta (1868-1948), pianista e compositor que na sua meninice tocava para D. Fernando II. Foi graças a uma bolsa real que Vianna da Motta pôde ir estudar para a Alemanha, nomeadamente com Liszt, e iniciar uma brilhante carreira internacional de pianista. No seu programa, o Trio Pangea inclui o Trio em Si menor do compositor português e duas obras de Robert Schumann (1810-1856), compositor alemão que muito influenciou Vianna da Motta.

Preço das casas para arrendar aumenta 26%

 

O preço dos apartamentos para arrendar registou um aumento de 26% em 2017 face a 2016, revelou o portal de imobiliário Imovirtual, indicando que a maior procura pelo arrendamento se verificou em Lisboa, Porto, Sintra, Cascais e Amadora.

 
De acordo com os dados globais de 2017 do portal Imovirtual, além do mercado de arrendamento, “o preço dos apartamentos para venda aumentou 12% relativamente a 2016”, com a maior procura pela compra de casa a verificar-se nos concelhos de Lisboa, Porto, Sintra, Cascais e Vila Nova de Gaia.
Neste sentido, “Lisboa, Porto, Sintra e Cascais foram os concelhos que registaram uma maior procura de casa no portal, tanto para arrendar como para comprar”, segundo os dados de 2017.
Relativamente aos preços, “Cascais liderou no preço médio por metro quadrado de venda e Lisboa no arrendamento”, concluiu o Imovirtual.
Em 2017, os concelhos mais caros para comprar casa foram Cascais (2.410 euros/metro quadrado), Lisboa (1.895 euros/metro quadrado), Espinho (1.850 euros/metro quadrado), Albufeira (1.747 euros/metro quadrado) e Loures (1.650 euros/metro quadrado).
“Já no preço médio por metro quadrado de apartamentos para arrendar, Lisboa ocupou o primeiro lugar (14 euros/metro quadrado), seguida de Cascais (12,90 euros/metro quadrado), Oeiras (10,40 euros/metro quadrado), Porto (9,73 euros/metro quadrado) e Loures (8,81 euros/metro quadrado)”, revelou o portal de imobiliário, referindo ainda que “o preço do arrendamento no distrito de Lisboa aumentou 28%, no distrito do Porto 10% e no distrito de Setúbal 8%, face a 2016”.
Em relação às casas de férias para arrendar, Vila Real de Santo António foi o concelho mais procurado em 2017, seguido do Porto, Loulé, Alcobaça e Tavira, informou o Imovirtual.
Segundo o barómetro da Associação dos Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP), relativo a Dezembro de 2017, “quase 75% do ‘stock’ para arrendamento é escoado em menos de três meses”.
Sobre a percepção do mercado de arrendamento urbano, no que diz respeito à procura e à oferta, “74% das imobiliárias considera que a procura aumentou, enquanto apenas 16% denotam um aumento da oferta”, avançou o barómetro da APEMIP.
“Não é de agora que se registam estes desequilíbrios entre oferta e procura no arrendamento. Desde há muito que a APEMIP tem realçado este fenómeno, que se tem vindo a acentuar, uma vez que a falta de oferta tem incitado ao aumento de preços, sobretudo nas principais cidades, onde os valores de oferta estão longe de estar ao alcance das possibilidades das famílias portuguesas”, declarou o presidente da APEMIP, Luís Lima.
Os dados do barómetro de Dezembro demonstram que “cerca de 50% dos negócios concretizados situavam-se no intervalo de rendas entre os 300 euros e os 500 euros”, o que para o representante das empresas de mediação “revelam o intervalo de preços mais procurado pelas famílias para activos T1 e T2, tipologias que também reúnem o grosso da procura”.
“No entanto, é cada vez mais difícil encontrar casas a estes preços e grande parte dos jovens e famílias acabam por aceitar arrendar por valores que ultrapassam a sua taxa de esforço”, declarou Luís Lima, alertando que “a habitação em Portugal está a caminhar para uma situação perigosa”, em que “as famílias se deparam com o fenómeno ‘nem-nem’: nem conseguem comprar, nem conseguem arrendar, tais são os valores que se apresentam no mercado”. 
em harmonia

Autarcas querem melhores transportes na AML 

“A situação hoje, em matéria de mobilidade na Área Metropolitana, é dos grandes obstáculos à competitividade do território e das enormes injustiças sociais que este território comporta”, afirmou Fernando Medina (PS). O presidente do órgão deliberativo da AML acrescentou que, nos concelhos mais afastados do centro de Lisboa, e da área metropolitana, se verifica “uma situação progressivamente mais injusta, e com consequências pesadíssimas do ponto de vista económico”, mas também em termos sociais e ambientais.
“Para sermos rigorosos e verdadeiros não há serviço público de transportes porque os municípios não financiam e o Estado não financia. Por isso, o que nós temos são licenças e concessões a operadores privados que fazem operações tendencialmente lucrativas”, notou o autarca.
O também presidente da Câmara de Lisboa advogou, por isso, que a AML se encontra no “momento das escolhas” de como se organiza o sistema de transporte público e o seu financiamento, ao nível rodoviário, ferroviário e fluvial.

 

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